2017 - Ecoparque da Abrunheira

Março de 2017 - Inauguração do aterro

2016

2015

TRATOLIXO obtém alvará de licença integrado para as operações de gestão de resíduos realizadas no Ecoparque de Trajouce. Procedeu-se à adjudicação da conclusão da empreitada de conclusão das Células de Confinamento, infra-estrutura imprescindível para a independência e autonomia do Sistema no que diz respeito ao encaminhamento para destino final dos rejeitados dos seus processos. No domínio operacional, em 2015 sentiu-se claramente uma evolução positiva na actividade pois foram recebidos mais 2% de resíduos que no ano anterior, o que se traduziu na produção de mais 10% de energia eléctrica, mais 46% de composto e mais 4% de produtos recicláveis diversos. Resultado histórico positivo de 3,3M€ neste ano, fruto de internalização de serviços (processamento de resíduos verdes e de resíduos de limpeza) e de redução dos custos operacionais, devido à gestão rigorosa adoptada.

2014

Internalização e retoma da actividade de triagem de papel/cartão em Trajouce.
Arranque do 3º e último digestor da CDA da Abrunheira, que ultrapassa a produção de energia eléctrica prevista no projecto.
Conclusão da empreitada da ETARI da Abrunheira, emissão de Autorização Provisória de Exploração e início do funcionamento desta infra-estrutura.
Início e conclusão dos trabalhos de saneamento do sector 2 do PRAET.

2013

Certificação da CDA da Abrunheira nas componentes da Qualidade, Ambiente e Segurança.
Retoma da empreitada da ETARI da Abrunheira.
Arranque do 2º digestor da CDA da Abrunheira. A CDA passa a processar apenas RU previamente crivado a 80 mm na CITRS de Trajouce.
Conclusão dos trabalhos de saneamento e crivagem dos materiais do sector 1 do PRAET.

2012

A Receção Provisória da CDA foi assinada a 9 de novembro, com efeitos a partir de 31 de Agosto – tendo-se iniciado a venda de energia à EDP a 13 de novembro, quando foi realizado com êxito o primeiro paralelo entre a Central de Biogás da Abrunheira e a rede elétrica de Média Tensão da EDP Distribuição.
Testes em carga da nova ETAL de Trajouce, assinatura de Auto de Recepção Provisória da obra e arranque da instalação.
Início dos trabalhos do Plano de Reabilitação Ambiental do Ecoparque de Trajouce (PRAET).
Extensão do Sistema Integrado de Gestão à CDA da Abrunheira.

2011

Arranque, testes e ensaios da CDA da Abrunheira.
Entrega das viaturas de recolha selectiva de biorresíduos co-financiadas pelo Fundo de Coesão aos municípios.
Conclusão da Empreitada de Concepção/Construção da nova Estação de Tratamento de Águas Lixiviantes (ETAL) do Aterro Sanitário de Trajouce.

2010

Suspensão da actividade de triagem do papel/cartão e respectiva subcontratação do serviço.

2009

Construção da Central de Valorização Energética do Biogás do Aterro de Trajouce (CVEBAT), que entra em funcionamento após obtenção das devidas licenças.
Produção, apresentação e comercialização de um novo produto, o CDR Premium – Combustível Derivado de Resíduos.
Início da empreitada de construção das Células de Confinamento Técnico (CCT) da Abrunheira.
Início da empreitada de Concepção/Construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais Industriais (ETARI) da Abrunheira.
Submissão da candidatura e financiamento do Projecto EcoCombustível ao QREN, ao Sistema de Incentivos à I&DT do Programa Operacional, Factores de Competitividade, do Programa Operacional Regional de Lisboa.

2008

Início da empreitada da Central de Digestão Anaeróbia (CDA) da Abrunheira.
Encerramento do Centro de Triagem de Resíduos de Embalagem e subcontratação desta actividade.
Aposta na Inovação – Projectos de I&DT na TRATOLIXO tendo, entre outros projectos, sido pioneira na produção e comercialização de combustíveis derivados de resíduos (CDR) a partir de RSU com a CIMPOR.

2007

Inauguração e entrada em funcionamento do Ecocentro da Ericeira.
TRATOLIXO vê alteradas as suas competências no Sistema de Gestão de Resíduos, tendo os Municípios tomado a decisão de as restringir às operações de tratamento e destino final dos resíduos, deixando assim de ter a responsabilidade pelas recolhas selectivas e pela sensibilização na sua área de intervenção.
Redefinição da Estratégia do Sistema, que culminou com a revisão do PERECMOS, aprovado pelo accionista AMTRES em sede de Assembleia Intermunicipal.
Aposta na Inovação – Projectos de I&DT na TRATOLIXO.

2006

Obras de alargamento e rectificação da Av. 5 de Junho – Dia Mundial do Ambiente.
Remodelação do Edifício Administrativo de Trajouce.
TRATOLIXO obtém a certificação pela componente da Segurança e Saúde pela Norma NP 4397:2001 (OHSAS 18001:1999).
Construção dos ecocentros da Abrunheira e da Ericeira.
Ao abrigo do PERECMOS, a TRATOLIXO aposta na expansão da rede de ecopontos nos seus municípios.

2005

Conclusão das obras de selagem do Aterro Sanitário de Trajouce e cerimónia oficial de encerramento.
TRATOLIXO inicia a execução do seu PERECMOS. Ao abrigo deste Plano, a TRATOLIXO aposta na expansão da rede de ecopontos nos seus municípios.
TRATOLIXO celebra contrato com Ecopilhas para entrega dos resíduos de Pilhas e Acumuladores de recolha selectiva nos municípios da AMTRES.

2004

É assinado o Contrato-Programa estabelecido entre a AMTRES e a TRATOLIXO relativo à gestão e exploração integrada do Sistema de Resíduos Sólidos dos Municípios de Cascais, Mafra, Oeiras e Sintra.
Início das obras de selagem do Aterro Sanitário de Trajouce.
Candidatura ao Fundo de Coesão II e aprovação da Construção de uma Central de Digestão Anaeróbia (CDA) na Abrunheira.
TRATOLIXO negoceia com um grupo de instituições bancárias uma linha de financiamento para a realização dos investimentos previstos no PERECMOS (Project Finance).
A TRATOLIXO obtém a certificação na componente da Qualidade segundo a norma NP EN ISO 9001:2000.

2003

AMTRES adquire o capital social da Tratolixo em 100%
Encerramento do Aterro Sanitário de Trajouce.
Implementação de um Sistema Integrado de Gestão na TRATOLIXO.
Elaboração e aprovação do Plano Estratégico de Resíduos para os Municípios de Cascais, Mafra, Oeiras e Sintra (PERECMOS).
TRATOLIXO assina contrato com a Valorpneu, que credencia a empresa a como Ponto de Recolha Acreditado para a Recepção de Pneus Usados.

2002

Arranque da Unidade de Prensagem, Enfardamento e Embalamento, cuja finalidade é preparar os Resíduos Urbanos (RU) e refugos dos processos de tratamento para o armazenamento temporário, face ao esgotamento do Aterro Sanitário de Trajouce.

2000

No ano de 2000 ocorreu a adesão do concelho de Mafra à AMTRES, passando esta a designar-se por Associação de Municípios de Cascais, Mafra, Oeiras e Sintra para o Tratamento de Resíduos Sólidos, com uma abrangência populacional de mais de 800 mil munícipes.
Entrou também em funcionamento o Centro de Triagem (CT) de Resíduos de Embalagem de Trajouce.

1998

Construção e arranque da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Trajouce.

1997

Com o objectivo de garantir o melhor tratamento dos resíduos que então recebia, a Tratolixo sentiu a necessidade de alargar a sua actividade a outro tipo de resíduos, mais especificamente os resíduos hospitalares, tendo sido criada em 1997 a Tratospital Lda., na qual a Tratolixo detém 51 % do capital social. Esta foi a 2ª unidade de tratamento de resíduos hospitalares perigosos em Portugal por autoclavagem como sistema alternativo e complementar à incineração de todos os resíduos hospitalares.
A exploração do aterro teve início em Setembro de 1997, passando então a Tratolixo a dispor de um instrumento moderno e ambientalmente adequado para a deposição de RSU. Foi também selado o vazadouro de Trajouce.
Construção do Aterro Sanitário de Trajouce

1996

Em Fevereiro de 1996, foi lançado o concurso para a construção do Aterro Sanitário de apoio à CITRS e para a selagem do vazadouro de Cascais.

1992

A Associação de Municípios de Cascais, Mafra, Oeiras e Sintra para o Tratamento de Resíduos Sólidos (AMTRES) concessiona a gestão e exploração da CITRS e do vazadouro de Cascais à TRATOLIXO.

1991

Entrada em funcionamento da Central Industrial de Tratamento de Resíduos Sólidos (CITRS) de Trajouce, a 3ª central de compostagem mais antiga construída em Portugal.

1990

Conclusão da obra de Construção da Central Industrial de Tratamento de Resíduos Sólidos e início da actividade da TRATOLIXO, S.A.

1989

A 26 de Julho de 1989, foi constituída a Tratolixo –Tratamento de Resíduos Sólidos, SA, detida em 51 % do seu capital pela AMTRES, sendo os restantes 49 % distribuídos pela KOCH, Lda. e HLC, SA.
Tinha como objectivos a gestão e exploração do serviço de tratamento e transporte dos resíduos sólidos produzidos na área dos Municípios de Cascais, Oeiras e Sintra e a comercialização dos seus derivados.

1988

A 19 de Maio de 1988 é constituída a Associação de Municípios de Cascais, Oeiras e Sintra (AMTRES) para o Tratamento de Resíduos que tinha como objecto o tratamento e destino final dos resíduos sólidos produzidos nos concelhos dos municípios membros.
Em Julho de 1988 foi celebrado entre a Câmara Municipal de Cascais e a Resíduos AMTRES um protocolo que tinha por objecto a transferência para esta do processo de concurso público para adjudicação da empreitada de construção da Central Industrial de Tratamento de Resíduos Sólidos (CITRS).
A empreitada foi adjudicada ao consórcio Koch de Portugal, A. Silva & Silva e Efacec por deliberação da Assembleia Intermunicipal de 1 de Agosto de 1988. O contrato estabelecia que a gestão e exploração da CITRS seria efectuada de forma mista com participação de 51% por parte da AMTRES e 49% por parte da Koch de Portugal ou por quem esta indicasse.

1985

A 1 de Julho de 1985 é publicado pela Câmara Municipal de Cascais o anúncio destinado ao concurso público para adjudicação da empreitada de construção de uma central de tratamento de resíduos sólidos. Tal empreitada tinha por objecto a instalação de um sistema de tratamento e transporte a destino final dos resíduos sólidos produzidos na área dos concelhos da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra sob formas técnica e economicamente viáveis, sem impactos psico-sociológicos ou ambientais negativos. O processo de tratamento a utilizar foi bastante discutido, tendo-se optado pela compostagem.

1980

A origem da sociedade TRATOLIXO – Tratamento de Resíduos Sólidos, SA remonta ao início dos anos 80, quando os representantes dos municípios de Cascais, Oeiras e Sintra deram início a um conjunto de reuniões com vista à resolução de problemas respeitantes ao tratamento de resíduos sólidos urbanos, tendo sido consensual a ideia de construir uma unidade de tratamento para receber os resíduos produzidos na área dos referidos municípios.